Uma das principais mudanças trazidas pela nova modelagem é que o contrato será por prestação de serviço, o que significa que o governo do Rio passa a ser responsável pela fiscalização, pagamento e investimentos futuros. A receita das tarifas pagas pelos passageiros será destinada ao estado, e o novo operador será remunerado com base na quantidade de milhas náuticas estabelecida a partir da atual grade de horários.
Além disso, o prestador de serviço terá a responsabilidade de contratar um sistema de limpeza para a Baía de Guanabara, contribuindo para a preservação do meio ambiente e redução de danos às embarcações. Também será necessário providenciar estações de monitoramento da qualidade do ar, visando garantir a saúde e segurança dos passageiros e trabalhadores.
Com a entrada em operação do consórcio Rio Barcas, espera-se uma melhoria na qualidade dos serviços de transporte aquaviário no estado, com um maior controle por parte do governo e a implementação de medidas sustentáveis para a preservação do meio ambiente. A população poderá continuar contando com um transporte eficiente e seguro para suas deslocamentos pela água.