Gaspar comparou a administração de Lula a um desfile de blocos, sendo cada um representativo de um aspecto negativo da gestão. O primeiro bloco abordado foi o da corrupção, que, segundo o deputado, está disseminada por todo o Brasil, seguida pela impunidade, que prospera no país. O crime organizado foi destacado como o segundo bloco, sendo descrito como atuante e contando com a complacência do governo federal.
A inflação foi apontada como um problema sério pelo parlamentar, que ressaltou o aumento dos preços de produtos básicos, como ovos, café e carne, enquanto o governo, na sua visão, incentiva a situação. A irresponsabilidade fiscal também foi criticada, com Gaspar mencionando a existência de 40 ministérios como exemplo dessa má administração dos recursos públicos.
O deputado não poupou críticas ao bloco da hipocrisia, apontando promessas vazias e benefícios concedidos a amigos do poder. O desperdício de recursos públicos foi lembrado a partir do caso da incineração de insumos, vacinas e medicamentos pelo Ministério da Saúde, gerando um prejuízo de quase R$ 2 bilhões.
Na área da saúde, Gaspar ressaltou a epidemia de dengue como um dos efeitos do atual governo. Os gastos considerados excessivos com viagens da primeira-dama também foram mencionados, assim como o crescimento da dívida pública, que tem preocupado a população.
O deputado alertou ainda para a falta de segurança, denunciando o aumento de crimes sexuais e feminicídios, frisando a ineficácia do governo em lidar com essa questão. Para Gaspar, a gestão de Lula tem levado o Brasil a um cenário de “desastre absoluto” e impunidade, exortando a população a buscar por mudanças significativas em prol de um novo tempo.
Em suas palavras finais, o parlamentar enfatizou que no “Carnaval desse jeito, o brasileiro não quer”, adotando um tom incisivo e determinado em sua crítica ao governo. Para Alfredo Gaspar, 2026 não será o ano do governo atual, mas sim um período de responsabilização e mudanças necessárias para o país.